CATÁLOGO · TRILHA DE APRENDIZAGEM · 2026

Trilha de Aprendizagem em Saúde Mental

Onde a norma vira cultura, e o cuidado vira método.

Vanessa Custodio — Doutora e mestre em Gestão Humana e Social · mais de 20 anos em RH estratégico.

NR-1 · EM VIGOR DESDE MAIO DE 2026 RISCOS PSICOSSOCIAIS PORTARIA MTP Nº 421/2021
5Trilhas
17Cursos
Vídeo-aulasCurtas · microlearning

ABERTURA · PALAVRA DA AUTORA

Norma que não vira cultura é papel na gaveta.

Eu montei esta trilha depois de mais de vinte anos vendo a mesma cena se repetir — a empresa cumpre o que a norma pede, arquiva o documento, e nada muda no dia a dia de quem trabalha ali. Sem conformidade de gaveta.

Aqui a NR-1 chega traduzida: vídeo-aulas curtas, linguagem de gente, e um caminho executável para cada grupo da empresa — quem lidera, quem compõe o comitê, quem está na CIPA e quem faz o trabalho acontecer todos os dias. Meu compromisso não é com o papel assinado, mas com a vida de quem trabalha na sua empresa.

O CUSTO DE NÃO AGIR

546 mil

afastamentos por saúde mental em 2025. Cada um é uma pessoa, uma equipe e uma decisão que chegou tarde demais.

+68%

foi o crescimento dos afastamentos por CID-F em 2024 — a curva subiu antes de a norma entrar em vigor.

6 a 9

salários é o que custa substituir cada talento que vai embora, somando saída, seleção, treino e conhecimento perdido.

O risco existe — multa, ação trabalhista, reputação. Mas o desfecho aqui é sempre o mesmo: um caminho executável dentro da realidade da sua empresa.

FORMATO · VALE PARA TODOS OS CURSOS

Curto, direto e na prática.

  • Vídeo-aulas curtas

    Microlearning de verdade, para caber no dia de quem trabalha. Linguagem de gente, zero juridiquês.

  • Compliance humanizado

    Rigor técnico com acolhimento. A norma explicada pelo que ela significa na realidade de quem assiste.

  • Reflexão que fica

    Vários cursos trazem exercícios de reflexão ao final dos módulos — o conteúdo volta para a rotina da equipe.

Assistir a uma aula de exemplo

AS 5 TRILHAS · COMO ELAS SE MONTAM

Cinco trilhas, um caminho só.

Quatro cursos atravessam as trilhas: Assédio Moral e Outras Violências, A Epidemia da Presença Ausente, Inteligência Emocional e Transformando Saúde Mental em Ação de Time — este último não entra na trilha da liderança. É o núcleo comum.

Cada trilha soma a esse núcleo os cursos que são do papel daquele grupo. Na prática: a empresa inteira passa a falar a mesma língua sobre saúde mental, e cada grupo recebe o que precisa para o que faz. É isso que evita o treinamento genérico — aquele que todo mundo assiste e ninguém aplica.

TRILHA 01 · ENGAJAMENTO DA LIDERANÇA

Trilha do Engajamento da Liderança

PARA QUEM ÉQuem lidera pessoas — e precisa acolher, identificar e direcionar, sem virar psicólogo.

7 cursos · 3 do núcleo comum + 4 do papel de quem lidera

TRILHA 02 · ENGAJAMENTO DOS TIMES

Trilha do Engajamento dos Times

PARA QUEM ÉAs equipes — onde o cuidado vira gesto cotidiano, entre colegas.

7 cursos · o núcleo comum completo + 3 cursos de base

TRILHA 03 · COMITÊ INTERDISCIPLINAR

Trilha do Comitê Interdisciplinar

PARA QUEM ÉO grupo multidisciplinar que governa a gestão dos riscos psicossociais — RH, SESMT, CIPA, jurídico e lideranças. É a trilha mais técnica: do papel do Comitê à avaliação, priorização, plano de ação e melhoria contínua.

9 cursos · o núcleo comum completo + 5 cursos técnicos do Comitê

TRILHA 04 · CIPA

Trilha da CIPA

PARA QUEM ÉCipeiros e quem os apoia — a comissão que agora também previne assédio.

7 cursos · o núcleo comum completo + 3 cursos do papel da comissão

TRILHA 05 · COLABORADORES

Trilha dos Colaboradores

PARA QUEM ÉTodas as pessoas da empresa, sem pré-requisito.

5 cursos · o núcleo comum completo + Código de Conduta


EMENTÁRIO · 17 CURSOS

Curso a curso.

Cada ficha traz o objetivo geral, os objetivos específicos e a estrutura de módulos e aulas. Na tela, os objetivos específicos ficam recolhidos para você folhear rápido — na impressão, todos abrem sozinhos. O impresso é a ementa formal.

Cada curso aparece uma única vez aqui, mesmo quando compõe mais de uma trilha — a etiqueta no alto de cada ficha mostra em quais trilhas ele entra.

GRUPO A

A base comum

Os quatro cursos que atravessam as trilhas e dão o vocabulário compartilhado da empresa.

Capa do curso Assédio Moral e Outras Violências
LIDERANÇA · TIMES · COMITÊ · CIPA · COLABORADORES

Assédio Moral e Outras Violências

OBJETIVO GERALCapacitar profissionais a identificar, prevenir e intervir diante de assédio moral e outras violências psicológicas no ambiente de trabalho, a partir de uma abordagem organizacional, ética e alinhada às exigências regulatórias da NR-1.

Objetivos específicos
  1. Diferenciar assédio moral de conflitos pontuais, compreendendo os critérios de repetição, intencionalidade e dano.
  2. Reconhecer as violências psicológicas de baixa intensidade (microdesqualificações, gaslighting, negging, exclusão velada).
  3. Analisar as raízes organizacionais que favorecem a ocorrência de assédio (cultura, poder, processos).
  4. Relacionar riscos psicossociais ao surgimento e à perpetuação de violências no trabalho.
  5. Compreender os impactos legais, reputacionais e humanos do assédio moral nas organizações.
  6. Identificar o papel de cada agente (RH, liderança, colaborador) na construção de uma cultura de respeito.
ESTRUTURA
  • Módulo 1 — O Que é Assédio Moral e Outras ViolênciasConceitos e Definições · As Violências que Não Deixam Marcas Visíveis
  • Módulo 2 — Raízes Organizacionais do AssédioQuando a Cultura Organizacional é Terreno Fértil · A Relação Entre Riscos Psicossociais e Assédio
  • Módulo 3 — Por Que Isso ImportaO Impacto do Assédio nos Números da Empresa · O Papel de Cada Um na Construção de um Ambiente Respeitoso

“A pergunta certa não é ‘quem é frágil?’, mas ‘o que no trabalho permite isso?’”

Capa do curso A Epidemia da Presença Ausente
LIDERANÇA · TIMES · COMITÊ · CIPA · COLABORADORES

A Epidemia da Presença Ausente

OBJETIVO GERALPromover uma reflexão crítica sobre o uso excessivo de telas e seu impacto na saúde mental, nas relações interpessoais e na qualidade da presença no trabalho e na vida pessoal, oferecendo ferramentas práticas para recuperar o contato real com as pessoas ao redor.

Objetivos específicos
  1. Identificar os sinais de desconexão real causados pelo uso excessivo de telas em situações cotidianas de trabalho e convívio familiar.
  2. Compreender os mecanismos neurobiológicos simples por trás do vício em telas e da busca constante por dopamina.
  3. Reconhecer o custo relacional e emocional de estar presente fisicamente, mas ausente mentalmente.
  4. Aplicar ferramentas práticas e imediatas para reduzir o uso de telas e aumentar a qualidade da presença e da conexão com os outros.
ESTRUTURA
  • Módulo 1 — A Realidade das TelasOlhe ao Seu Redor — O Problema que Ninguém Quer Ver
  • Módulo 2 — Impactos ReaisO Que As Telas Roubam de Nós · Presença é Poder — Como a Tecnologia Nos Afasta
  • Módulo 3 — Recuperando a ConexãoDesconectar Para Reconectar — Ferramentas Práticas

“As telas nos conectam com o mundo, mas nos desconectam uns dos outros.”

Capa do curso Inteligência Emocional
LIDERANÇA · TIMES · COMITÊ · CIPA · COLABORADORES

Inteligência Emocional

OBJETIVO GERALCapacitar profissionais a compreender e aplicar a Inteligência Emocional como ferramenta de autogestão, prevenção de riscos psicossociais e melhoria das relações no ambiente de trabalho, promovendo equipes mais saudáveis, produtivas e alinhadas às exigências da NR-1.

Objetivos específicos
  1. Compreender as quatro competências da Inteligência Emocional (autoconsciência, autorregulação, empatia, habilidades sociais) e sua aplicação no dia a dia profissional.
  2. Identificar como a falta de regulação emocional impacta a saúde mental e as relações no trabalho.
  3. Desenvolver técnicas práticas de autoconsciência e autorregulação para o cotidiano.
  4. Aplicar a empatia ativa como ferramenta de segurança psicológica e redução de conflitos.
  5. Utilizar a Inteligência Emocional na preparação e condução de conversas difíceis e feedbacks.
  6. Reconhecer o autocuidado como fator estratégico de proteção e bem-estar.
ESTRUTURA
  • Módulo 1 — O Que é IE e Por Que Ela Impacta o TrabalhoO que é Inteligência Emocional e por que ela importa no trabalho · Quando a falta de IE vira risco para o ambiente e para as pessoas
  • Módulo 2 — Autogestão e Empatia na PráticaAutoconsciência e autorregulação — você como termômetro emocional · Empatia ativa — a base da segurança psicológica
  • Módulo 3 — IE na Comunicação e no Dia a DiaFeedback e conversas difíceis com inteligência emocional · O autocuidado como fator de proteção e bem-estar

“O autocuidado não é egoísmo. É estratégia.”

Capa do curso Transformando Saúde Mental em Ação de Time
TIMES · COMITÊ · CIPA · COLABORADORES

Transformando Saúde Mental em Ação de Time

OBJETIVO GERALPreparar colaboradores e equipes para agirem preventivamente em saúde mental, mostrando que cada pessoa tem poder de ação — reconhecendo sinais, comunicando-se com empatia, oferecendo suporte entre pares e construindo um plano pessoal e coletivo de bem-estar.

Objetivos específicos
  1. Identificar sinais precoces de sofrimento emocional em si mesmo e nos colegas.
  2. Aplicar ferramentas simples de comunicação acolhedora sobre saúde mental.
  3. Compreender o papel do colega como apoio, sem assumir função terapêutica.
  4. Construir um plano prático de ações para o autocuidado e o cuidado da equipe.
  5. Reconhecer que a saúde mental é responsabilidade coletiva e começa com gestos cotidianos.
ESTRUTURA
  • Módulo 1 — O Que os Times Podem Fazer Por Si MesmosVocê Não Está Sozinho — Reconhecendo Sinais em Si e nos Outros · Comunicação que Cura — Como Conversar Sobre Saúde Mental
  • Módulo 2 — Colaboração que CuraSuporte Entre Pares — Ser um Colega que Importa
  • Módulo 3 — Agindo PreventivamenteDo Sentimento à Ação — Meu Plano de Bem-Estar

“Você não precisa ser psicólogo. Precisa ser humano.”

GRUPO B

Liderança e times

O que quem lidera e quem faz o trabalho acontecer precisa saber sobre a norma, os limites e o esgotamento.

Capa do curso Saúde Mental
LIDERANÇA · TIMES

Saúde Mental

OBJETIVO GERALReconhecer a saúde mental como variável de negócio e ferramenta de gestão — não como pauta paralela de RH —, ampliando o olhar sobre o contexto brasileiro de adoecimento no trabalho e sobre a influência que cada pessoa, especialmente quem lidera, exerce todos os dias sobre o ambiente emocional da equipe e sobre os resultados.

Objetivos específicos
  1. Reconhecer sinais precoces de sofrimento psíquico na equipe antes que virem afastamento.
  2. Compreender o cenário brasileiro: os dados de OMS, INSS e OIT sobre afastamentos por transtornos mentais.
  3. Traduzir saúde mental em impacto de negócio: custo de afastamento, turnover e perda de conhecimento.
  4. Substituir a leitura moral do baixo desempenho (“falta comprometimento”) por uma leitura de gestão.
  5. Correlacionar o estado emocional da equipe com os indicadores que já se acompanham no dia a dia.
  6. Assumir a parcela de responsabilidade que está sob controle de quem lidera: carga, clareza, feedback e espaço seguro.
ESTRUTURA · PERCURSO EM 4 AULAS
  • Aula 1 — O que está acontecendo com o seu time
  • Aula 2 — O cenário brasileiro em números
  • Aula 3 — Saúde mental é prioridade de negócio
  • Aula 4 — Onde isso aparece nos seus resultados

“Não é sobre ser ‘bonzinho’. É sobre ser estratégico.”

Capa do curso NR-1 na Prática
LIDERANÇA · TIMES

NR-1 na Prática: O Que Líderes e Times Precisam Saber

OBJETIVO GERALApresentar a NR-1 como ferramenta de gestão estratégica para lideranças e times, demonstrando de forma simples e humanizada como a identificação e gestão de riscos psicossociais impacta o dia a dia do trabalho, a saúde das equipes e a sustentabilidade do negócio.

Objetivos específicos
  1. Explicar o que mudou com a atualização da NR-1 e por que isso importa para quem lidera.
  2. Conectar os riscos psicossociais (sobrecarga, baixa autonomia, falta de suporte) à realidade vivida pelas equipes.
  3. Mostrar que a gestão de riscos é responsabilidade de quem lidera, não apenas da área de segurança.
  4. Demonstrar o valor da prevenção em comparação aos custos de não agir (afastamentos, processos, rotatividade).
  5. Posicionar a NR-1 como uma aliada na construção de ambientes mais saudáveis e produtivos.
ESTRUTURA
  • Módulo 1 — A NR-1 Não é Sobre Papel, é Sobre PessoasO que mudou com a NR-1 e por que isso importa para você
  • Módulo 2 — O Líder como Guardião do AmbienteRiscos psicossociais na prática — o que o líder pode fazer
  • Módulo 3 — Um Ambiente Saudável Não é Sorte, é GestãoPrevenir vs. remediar — e por que a NR-1 é sua aliada

“A NR-1 não é sobre papel. É sobre pessoas.”

Capa do curso Limites do Trabalho
LIDERANÇA · TIMES

Limites do Trabalho na Relação com a Saúde Mental das Pessoas

OBJETIVO GERALCapacitar lideranças e colaboradores a compreenderem os limites entre a vida pessoal e profissional, distinguindo responsabilidades individuais e organizacionais na proteção da saúde mental, e a estabelecerem, sem culpa, práticas que preservem o bem-estar integral.

Objetivos específicos
  1. Entender que não é possível (nem desejável) separar completamente trabalho da vida pessoal — somos seres integrais.
  2. Identificar os sinais de que os limites estão sendo ultrapassados (pressão por disponibilidade, culpa ao descansar, demandas infinitas).
  3. Reconhecer a diferença entre responsabilidade pessoal (comunicar limites, exercer o direito ao descanso) e responsabilidade da empresa (criar ambiente seguro, respeitar a jornada, oferecer suporte).
  4. Aplicar ferramentas práticas para estabelecer limites sem culpa, comunicar necessidades e proteger o descanso.
ESTRUTURA
  • Módulo Único — O Limite Complicado: Responsabilidade Pessoal vs. Responsabilidade da EmpresaA Ficção da Separação — Entendendo o Limite · Meu Limite, Responsabilidade da Empresa — Quem Cuida do Quê? · Estabelecendo Limites Sem Culpa

“A máquina desliga, a gente não. Mas a gente pode escolher quando repousa.”

Capa do curso Burnout: Prevenção e Conscientização
LIDERANÇA

Burnout: Prevenção e Conscientização

OBJETIVO GERALCapacitar profissionais a compreender, identificar e prevenir a Síndrome de Burnout no ambiente de trabalho, reconhecendo suas causas organizacionais e os fatores de risco psicossociais, a partir de uma abordagem sistêmica e alinhada às exigências da NR-1.

Objetivos específicos
  1. Definir a Síndrome de Burnout e suas três dimensões (exaustão, cinismo, baixa realização profissional).
  2. Diferenciar Burnout de estresse, depressão e outros transtornos mentais.
  3. Identificar os fatores de risco psicossociais no trabalho que contribuem para o desenvolvimento do Burnout.
  4. Reconhecer os sinais precoces de esgotamento profissional em equipes.
  5. Compreender os impactos do Burnout na produtividade, no clima organizacional e nos custos trabalhistas.
  6. Relacionar a prevenção do Burnout ao Sistema de Gestão de Riscos Ocupacionais da NR-1.
ESTRUTURA
  • Módulo 1 — O Que é Burnout e Como Reconhecê-loO Que é a Síndrome de Burnout · Fatores de Risco no Ambiente de Trabalho
  • Módulo 2 — Raízes Organizacionais do BurnoutO Trabalho Que Adoece: Condições Organizacionais · Riscos Psicossociais e Burnout: A Conexão com a NR-1
  • Módulo 3 — Por Que Isso ImportaO Impacto do Burnout nos Números da Empresa · O Papel de Cada Um na Prevenção do Esgotamento

“Uma organização que previne o Burnout não é aquela onde ninguém trabalha duro — é aquela onde o trabalho duro não destrói a saúde de quem trabalha.”

GRUPO C

Comitê interdisciplinar

Do papel do Comitê à avaliação de riscos, à priorização, ao plano de ação e à melhoria contínua.

Capa do curso O Papel do Comitê de Riscos Psicossociais
COMITÊ

O Papel do Comitê de Riscos Psicossociais

OBJETIVO GERALApresentar o propósito, a estrutura e as responsabilidades do Comitê de Riscos Psicossociais, capacitando seus membros a atuarem como um grupo multidisciplinar estratégico na identificação, avaliação e gestão dos riscos psicossociais na organização, em conformidade com a NR-1.

Objetivos específicos
  1. Compreender o propósito do Comitê de Riscos Psicossociais e sua importância na gestão integrada da NR-1.
  2. Conhecer a composição multidisciplinar do Comitê e o valor da diversidade de saberes.
  3. Entender as atribuições principais: discutir casos, classificar riscos, elaborar e monitorar planos de ação.
  4. Diferenciar o papel do Comitê do papel da CIPA e de outros órgãos de gestão de riscos.
  5. Reconhecer a importância do sigilo, da responsabilidade ética e do trabalho em equipe nas decisões do Comitê.
ESTRUTURA
  • Módulo 1 — O que é o Comitê de Riscos PsicossociaisO que é o Comitê e por que ele existe
  • Módulo 2 — As Atribuições do ComitêDiscutir, avaliar, classificar, planejar e monitorar
  • Módulo 3 — Sigilo, Ética e Trabalho em EquipeSigilo, responsabilidade e colaboração — os pilares do Comitê

“Sozinhos, vocês têm visões parciais. Juntos, vocês têm a visão completa.”

Capa do curso Lidando com as Denúncias
COMITÊ

Lidando com as Denúncias

OBJETIVO GERALCapacitar os membros do Comitê de Riscos Psicossociais a compreenderem o peso da responsabilidade e do compromisso ético ao lidar com denúncias recebidas pelos canais oficiais da empresa, garantindo o sigilo absoluto das informações discutidas internamente e evitando qualquer tipo de vazamento que possa comprometer as pessoas envolvidas, a credibilidade do Comitê e a organização como um todo.

Objetivos específicos
  1. Compreender que fazer parte do Comitê implica um compromisso ético e legal com o sigilo absoluto das informações.
  2. Reconhecer as consequências de um vazamento de informação para as pessoas envolvidas, para o Comitê e para a organização.
  3. Conhecer o fluxo interno de tratamento de uma denúncia: recebimento pelo canal oficial, discussão no Comitê, planejamento de ações e acompanhamento.
  4. Estabelecer práticas de conduta que evitem vazamentos — dentro e fora das reuniões.
  5. Assumir a responsabilidade individual de cada membro na proteção da confiança depositada no Comitê.
ESTRUTURA
  • Módulo 1 — A Denúncia Chegou: e Agora?A denúncia chegou no canal oficial — e o Comitê vai discutir
  • Módulo 2 — O Fluxo InternoDiscutir, avaliar, planejar — tudo dentro do Comitê
  • Módulo 3 — O Vazamento e suas ConsequênciasVazar não é erro — é quebra de compromisso

“Quem está no Comitê, assumiu um compromisso. Compromisso se honra.”

Capa do curso Avaliação de Riscos Psicossociais
COMITÊ · CURSO CONSOLIDADO

Avaliação de Riscos Psicossociais

OBJETIVO GERALCapacitar os participantes a dominarem o processo completo de avaliação de riscos psicossociais: compreender a diferença entre perigo e risco, medir cada perigo identificado com escalas de probabilidade e impacto, classificá-lo na matriz de riscos e transformar essa classificação em prioridade de ação — convertendo o diagnóstico em intervenção real no ambiente de trabalho.

Objetivos específicos
  1. Compreender a definição de perigo como fonte com potencial de causar dano, e de risco como a probabilidade de ocorrência desse dano, considerando frequência, gravidade e exposição.
  2. Reconhecer que perigos psicossociais existem em todo ambiente de trabalho — o que muda é o nível de risco.
  3. Conhecer as escalas de probabilidade e impacto usadas na avaliação, diferenciando probabilidade (chance de acontecer) de impacto (gravidade das consequências).
  4. Diferenciar avaliar (medir) de classificar (priorizar), compreendendo o papel da matriz de riscos como ferramenta de priorização por zonas de criticidade.
  5. Diferenciar respostas emergenciais (riscos críticos) de melhorias graduais (riscos altos e moderados), definindo prioridades claras.
  6. Estruturar o resultado da avaliação em plano de ação com responsáveis, prazos, indicadores e rotinas de acompanhamento.
ESTRUTURA · 4 MÓDULOS
  • Módulo 1 — Conceito de Perigo e Risco
  • Módulo 2 — Dos Perigos aos Riscos: O que Vamos Avaliar
  • Módulo 3 — O Que Significa Avaliar e Classificar Riscos Psicossociais
  • Módulo 4 — Priorizando para Agir

“Avaliar é dar números a algo que parecia vago.”

Capa do curso Plano de Ação
COMITÊ · CURSO CONSOLIDADO

Plano de Ação

OBJETIVO GERALPreparar os participantes para transformar riscos psicossociais priorizados em planos de ação viáveis e cocriados: entender de onde vêm as ações (do diagnóstico, não de achismos), priorizá-las pela gravidade indicada na matriz de riscos e estruturá-las com objetivo, responsável, prazo e indicador — mantendo o foco na redução real de cada risco.

Objetivos específicos
  1. Diferenciar ações baseadas em diagnóstico de ações baseadas em “achismos”, mapeando a cadeia lógica: dado coletado → perigo identificado → classificação na matriz → sugestão de ação.
  2. Reconhecer que as sugestões geradas pelo diagnóstico são orientações, não respostas prontas — cabe ao comitê adaptá-las ao contexto.
  3. Substituir a priorização por custo ou facilidade pela priorização baseada na gravidade e urgência da matriz de riscos.
  4. Identificar ações sistêmicas — intervenções únicas que abordam múltiplos perigos — e formar conjuntos de ações complementares.
  5. Conhecer a estrutura básica de um plano de ação (objetivo, ação, responsável, prazo, indicador) e a diferença entre um plano imposto e um plano cocriado.
  6. Desenvolver postura proativa diante de limitações (orçamento, recursos, expertise), transformando restrições em oportunidades criativas.
ESTRUTURA · 3 MÓDULOS
  • Módulo 1 — De Onde Vêm as Ações?
  • Módulo 2 — Usando a Priorização
  • Módulo 3 — Elaboração de Planos de Ação

“O que não pode é não fazer nada. Sempre há algo a fazer, mesmo com limitações.”

Capa do curso Melhoria
COMITÊ

Melhoria

OBJETIVO GERALCompreender que melhoria contínua é um requisito normativo da NR-1, não apenas uma boa prática, e que ela é essencial para garantir que os planos de ação estejam sempre alinhados à realidade organizacional e aos resultados esperados.

Objetivos específicos
  1. Entender o que é melhoria contínua no contexto de gestão de riscos ocupacionais (físicos e psicossociais).
  2. Reconhecer que melhoria é um requisito legal da NR-1, exigido para a conformidade e efetividade do sistema de gestão.
  3. Diferenciar entre correção (ação imediata para desvios) e melhoria (otimização contínua do processo).
  4. Identificar onde as melhorias nascem: nos resultados e aprendizados do próprio plano de ação.
ESTRUTURA
  • Módulo Único — Conceito de Melhoria

“Melhoria contínua é um requisito da NR-1, não uma boa prática.”

GRUPO D

CIPA

Por que a comissão existe, o que a NR-1 mudou nela e como sair da ata para a ação.

Capa do curso O Papel da CIPA
CIPA

O Papel da CIPA: Voz e Participação dos Trabalhadores

OBJETIVO GERALCapacitar os membros da CIPA a compreenderem seu papel como canal legítimo de participação dos trabalhadores na promoção da saúde e segurança no ambiente de trabalho, resgatando a essência da comissão como voz organizada de cuidado coletivo.

Objetivos específicos
  1. Compreender a CIPA como instrumento legal de participação dos trabalhadores nas questões de saúde e segurança.
  2. Reconhecer a importância da voz ativa do trabalhador na identificação de riscos e proposição de melhorias.
  3. Diferenciar uma CIPA reativa (que só investiga acidentes) de uma CIPA proativa (que previne, propõe e acompanha).
  4. Fortalecer o senso de pertencimento e responsabilidade coletiva dos membros da comissão.
  5. Conectar o papel da CIPA à gestão de riscos psicossociais e à promoção de um ambiente de trabalho saudável.
ESTRUTURA
  • Módulo Único — O Papel da CIPAA CIPA Como Voz dos Trabalhadores · Da Voz à Ação — CIPA Proativa

“A lei garante que a sua voz não é um favor — é um direito.”

Capa do curso O Que Mudou para a CIPA com a Nova NR-1
CIPA

O Que Mudou para a CIPA com a Nova NR-1

OBJETIVO GERALCapacitar os membros da CIPA a compreenderem as mudanças trazidas pela atualização da NR-1, incluindo o novo nome da comissão, a ampliação do escopo para riscos psicossociais e assédio, as cinco novas atribuições da CIPA, e a importância da participação ativa dos trabalhadores na gestão integrada de riscos.

Objetivos específicos
  1. Compreender a mudança do nome da CIPA para Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio e o que isso representa.
  2. Conhecer as cinco novas atribuições da CIPA: discutir, acompanhar, propor, participar e auxiliar.
  3. Identificar as diferentes formas de violência que agora fazem parte do escopo de atuação da CIPA.
  4. Relacionar a participação dos trabalhadores como pilar exigido pela NR-1.
  5. Conectar o novo papel da CIPA à gestão de riscos psicossociais nas organizações.
ESTRUTURA
  • Módulo 1 — A CIPA Mudou: Novo Nome, Novo PapelO novo nome da CIPA e o que ele representa
  • Módulo 2 — As 5 Novas Atribuições da CIPADiscutir, acompanhar, propor, participar e auxiliar
  • Módulo 3 — Participação dos Trabalhadores e o Novo Olhar da NR-1Participação que faz diferença — a CIPA como canal de escuta e ação

“A CIPA deixou de ser apenas fiscalizadora para se tornar agente de transformação cultural.”

Capa do curso Planos de Ação da CIPA
CIPA

Planos de Ação da CIPA: Da Ata à Transformação

OBJETIVO GERALCapacitar os membros da CIPA com ferramentas práticas de planejamento e ação, para que deixem de ser uma comissão burocrática que apenas assina atas e passem a ser agentes ativos de transformação da cultura de segurança, com foco também em riscos psicossociais e assédio, em conformidade com a NR-1.

Objetivos específicos
  1. Diferenciar a CIPA que só cumpre tabela (atas genéricas, reuniões sem pauta, ações que nunca saem do papel) da CIPA que transforma o ambiente.
  2. Compreender o plano de ação como ferramenta de protagonismo e proteção legal para os cipeiros.
  3. Aprender a construir um plano de ação passo a passo: identificar riscos — inclusive psicossociais —, propor ações, delegar responsabilidades, definir prazos e acompanhar execução.
  4. Utilizar ferramentas práticas como o 5W2H adaptado para estruturar os planos da CIPA.
  5. Reconhecer o impacto da CIPA atuante na confiança dos trabalhadores, na cultura de segurança e na conformidade com a NR-1.
ESTRUTURA
  • Módulo 1 — De Ata a Ação: O que Muda Quando a CIPA PlanejaCIPA que planeja vs. CIPA que só assina ata
  • Módulo 2 — Como Construir um Plano de Ação que FuncionaPasso a passo com 5W2H adaptado — exemplo com risco psicossocial
  • Módulo 3 — A CIPA Como Agente de Transformação CulturalO impacto da CIPA que age — confiança, cultura e legado

“O problema não é falta de boa vontade dos cipeiros — é falta de método.”

GRUPO E

Colaboradores

A base de conduta para todas as pessoas da empresa, sem pré-requisito. Este curso soma-se aos quatro da base comum (Assédio Moral, Presença Ausente, Inteligência Emocional e Transformando Saúde Mental em Ação de Time) para formar a Trilha dos Colaboradores — 5 cursos no total.

Capa do curso Código de Conduta
COLABORADORES

Código de Conduta

OBJETIVO GERALCapacitar todos os colaboradores a compreenderem a relação de trabalho como uma via de mão dupla — onde existem direitos que protegem e deveres que comprometem —, fortalecendo o senso de responsabilidade coletiva e o respeito às regras que sustentam um ambiente profissional saudável e ético.

Objetivos específicos
  1. Compreender que a relação de trabalho é construída com base em direitos e deveres recíprocos entre colaborador e organização.
  2. Conhecer os principais direitos trabalhistas e o que eles representam na prática do dia a dia.
  3. Identificar os deveres de cada colaborador em relação à empresa, aos colegas e ao ambiente de trabalho.
  4. Entender o conceito de compliance e como ele se aplica à conduta individual e coletiva.
  5. Desenvolver a consciência de que o desequilíbrio entre direitos e deveres prejudica a todos.
ESTRUTURA · 3 AULAS
  • Aula 1 — Direitos e Deveres
  • Aula 2 — Seus Direitos no Ambiente de Trabalho
  • Aula 3 — Seus Deveres como Profissional

“Direitos não são favores. São garantias — legais e éticas.”

NOTA DA AUTORA

Cada curso desta trilha nasceu de uma convicção: norma que não vira cultura é papel na gaveta. Meu compromisso é com a vida de quem trabalha na sua empresa.

— Vanessa Custodio
VANESSACUSTODIO.COM.BR TRILHA DE APRENDIZAGEM EM SAÚDE MENTAL · CATÁLOGO 2026

Conteúdos em vídeo-aulas curtas. Estruturas podem ser adaptadas à realidade da sua empresa.